segunda-feira

Pss 2013 - Literaturas


Os programas das matérias serão os que estão disponíveis no site www.coperve.ufpb.br, com pequena modificação na lista das obras literárias indicadas para leitura integral, que passa a ser:

PSS 1:

- MENDES, Murilo. Os melhores poemas de Murilo Mendes. Seleção de Luciana Stegagno. São Paulo: Global.
- PENA, Martins. O noviço / O judas em sábado de aleluia. São Paulo: Ática.
- PONTE PRETA, Stanislaw. Gol de padre e outras crônicas. São Paulo: Ática. (Para Gostar de Ler 23).

PSS 2:

- ALMEIDA, Manuel Antônio de. Memórias de um sargento de milícias. São Paulo: Ática.
- BILAC, Olavo. Os Melhores Poemas de Olavo Bilac. Seleção de Marisa Lajolo. São Paulo: Global.
- MACHADO DE ASSIS, Joaquim Maria. Os melhores contos de Machado de Assis. Seleção de Domício Proença Filho. São Paulo: Global.

PSS 3:

CONTOS BRASILEIROS II. São Paulo: Ática. (Para Gostar de Ler 9).
- MELO NETO, João Cabral. Os melhores poemas de João Cabral de Melo Neto. Seleção de Antônio Carlos Secchin. São Paulo: Global.
- REGO, José Lins do. Usina. Rio de Janeiro: J. Olympio.

sexta-feira

Uma cultura em extinção

BBB (Big Brother Brasil
Tradução: Grande Irmão Brasileiro ou Grande Irmão do Brasil, ou ainda algo semelhante, etc.

Como pode uma nação render-se a tais insultos a sua inteligência, exemplo claro de alienação, de fingimento em larga escala, de descompromisso social?
Onde vamos chegar com isso?
Acredito que grandes historiadores em respeito a grande nomes de nossa História mundial, a cada exibição do programa, sintam-se envergonhados, humilhados e até desrespeitados por ter meros personagens de um programa fútil chamados de HERÓIS. Assim como membros mais curiosos e críticos de nossa sociedade também sintam da mesma forma.
Repito, é um insulto a nossa inteligência, é exemplo de retrocesso cultural.

Bato palmas para Luis Fernando Veríssimo, Carlos Nascimento e tantos outros que assim como EU sentimos envergonhados por tudo isso que acontece. 


Cristóvão Lopes

Pensei em comentar mais sobre o assunto, mas qualquer comentário a mais redundaria no exposto a seguir.



BBB por Luis Fernando Veríssimo



Que me perdoem os ávidos telespectadores do Big Brother Brasil (BBB), produzido e organizado pela nossa distinta Rede Globo, mas conseguimos chegar ao fundo do poço. [...] Chega a ser difícil encontrar as palavras adequadas para qualificar tamanho atentado à nossa modesta inteligência. 
[...] Pergunto-me, por exemplo, como um jornalista, documentarista e escritor como Pedro Bial que, faça-se justiça, cobriu a Queda do Muro de Berlim, se submete a ser apresentador de um programa desse nível. Em um e-mail que recebi há pouco tempo, Bial escreve maravilhosamente bem sobre a perda do humorista Bussunda referindo-se à pena de se morrer tão cedo. Eu gostaria de perguntar se ele não pensa que esse programa é a morte da cultura, de valores e princípios, da moral, da ética e da dignidade. 
Outro dia, durante o intervalo de uma programação da Globo, um outro repórter acéfalo do BBB disse que, para ganhar o prêmio de um milhão e meio de reais, um Big Brother tem um caminho árduo pela frente, chamando-os de heróis. Caminho árduo? Heróis? São esses nossos exemplos de heróis? 
Caminho árduo para mim é aquele percorrido por milhões de brasileiros, profissionais da saúde, professores da rede pública (aliás, todos os professores) , carteiros, lixeiros e tantos outros trabalhadores incansáveis que, diariamente, passam horas exercendo suas funções com dedicação, competência e amor e quase sempre são mal remunerados. 
Heróis são milhares de brasileiros que sequer tem um prato de comida por dia e um colchão decente para dormir, e conseguem sobreviver a isso todo santo dia. 
Heróis são crianças e adultos que lutam contra doenças complicadíssimas porque não tiveram chance de ter uma vida mais saudável e digna. 
Heróis são inúmeras pessoas, entidades sociais e beneficentes, ONGs, voluntários, igrejas e hospitais que se dedicam ao cuidado de carentes, doentes e necessitados (vamos lembrar de nossa eterna heroína Zilda Arns). 
Heróis são aqueles que, apesar de ganharem um salário mínimo, pagam suas contas, restando apenas dezesseis reais para alimentação, como mostrado em outra reportagem apresentada meses atrás pela própria Rede Globo. 
O Big Brother Brasil não é um programa cultural, nem educativo, não acrescenta informações e conhecimentos intelectuais aos telespectadores, nem aos participantes, e não há qualquer outro estímulo como, por exemplo, o incentivo ao esporte, à música, à criatividade ou ao ensino de conceitos como valor, ética, trabalho e moral. São apenas pessoas que se prestam a comer, beber, tomar sol, fofocar, dormir e agir estupidamente para que, ao final do programa, o “escolhido” receba um milhão e meio de reais. E ai vem algum psicólogo de vanguarda e me diz que o BBB ajuda a "entender o comportamento humano". Ah, tenha dó!!! 
Veja o que está por de tra$$$ do BBB: José Neumani da Rádio Jovem Pan, fez um cálculo de que se vinte e nove milhões de pessoas ligarem a cada paredão, com o custo da ligação a trinta centavos, a Rede Globo e a Telefônica arrecadam oito milhões e setecentos mil reais. Eu vou repetir: oito milhões e setecentos mil reais a cada paredão. 
Já imaginaram quanto poderia ser feito com essa quantia se fosse dedicada a programas de inclusão social, moradia, alimentação, ensino e saúde de muitos brasileiros? (Poderia ser feito mais de 520 casas populares; ou comprar mais de 5.000 computadores). Essas palavras não são de revolta ou protesto, mas de vergonha e indignação, por ver tamanha aberração ter milhões de telespectadores. 
Em vez de assistir ao BBB, que tal ler um livro, um poema de Mário Quintana ou de Neruda ou qualquer outra coisa..., ir ao cinema..., estudar... , ouvir boa música..., cuidar das flores e jardins... , telefonar para um amigo... , visitar os avós... , pescar..., brincar com as crianças... , namorar... ou simplesmente dormir. Assistir ao BBB é ajudar a Globo a ganhar rios de dinheiro e destruir o que ainda resta dos valores sobre os quais foi construído nossa sociedade. 

Obs.: BBB* - Big Brother Brasil 

( Luís Fernando Veríssimo )

Já fomos mais inteligentes por Carlos Nascimento



Carlos Nascimento, Jornalista.

terça-feira

Complemento nominal & Adjunto adnominal

Complemento nominal & Adjunto adnominal


COMPLEMENTO NOMINAL 

complemento nominal representa o alvo para o qual tende um sentimento, disposição ou movimento, e desempenha em relação ao nome (substantivo, adjetivo ou advérbio) o mesmo papel que o complemento verbal em relação ao verbo. 
       
Pode ser representado por:


a) substantivo (acompanhado de seus modificadores):
 "Fiquei ansioso pelo Sábado." (Machado de Assis) 
 "Fiquei indiferente a todos os seus agrados." (J. L. do Rego)

b) pronomes:
 "Você, que é íntimo dele, não nos podia dizer o que há, o que houve, que motivo..." 
           (Machado de Assis)

 "Não estava contente comigo." (Machado de Assis)
c) numeral:
 "A vida dele era necessária a ambas." (Machado de Assis)
d) palavra ou expressão substantivada:
 "Passo, fantasma do meu ser presente, 
 Ébrio, por intervalos, de um Além." (Fernando Pessoa)

 "A certeza do hoje nasce da lembrança do ontem." (Olavo Bilac)
e) oração completiva nominal:
 "Tomei consciência de que era um poeta menor..." (Manuel Bandeira) 
 

LEMBRE-SE:

1º) O complemento nominal pode estar integrando o sujeito, o predicativo, o objeto direto, o objeto indireto, o agente da passiva, o adjunto adverbial, o aposto e o vocativo.
2º) Convém ter em mente que o nome substantivo cujo sentido o complemento nominal integra corresponde, geralmente, a um verbo transitivo de radical semelhante:
  conhecimento da verdade......................................... conhecer a verdade 
  defesa da lei.............................................................. defender a lei 
 


ADJUNTO ADNOMINAL 
 

Adjunto adnominal é o termo de valor adjetivo que serve para especificar ou delimitar o significado de um substantivo, qualquer que seja a função deste. 

adjunto adnominal pode vir expresso por:


a) adjetivo:
 "Os galos brancos dormiam nos úmidos poleiros..." (A. F. Schmidt)
b) locução adjetiva:
 "Uivos de cães entristeciam lamentosamente a noite alva." (Coelho Neto)
 "O homem já estava acamado 
 Dentro da noite sem cor." (Manuel Bandeira)

c) artigo (definido ou indefinido):
 "Uma banda de música enchia o jardim com os estridentes compassos." (Lima Barreto)
 "Há em nós um gesto do instinto acenando para a beleza." (R. Couto)
d) pronome adjetivo:
 "Era o nosso corretor desses homens cujo estômago professa a maior independência em relação ao 
 coração e à cabeça." (José de Alencar)

e) numeral:
 "– Onze mortos e vinte e cinco feridos! repetiu duas ou três vezes o alienista." (Machado de Assis)
f) oração adjetiva:
 "Eu contemplava os seres que passavam." (A. F. Schmidt) 
 

LEMBRE-SE:
 O mesmo substantivo pode estar acompanhado por mais de um adjunto adnominal:
 "A beladama é filha de um velho funcionário público." (Machado de Assis) 
  
 


Regras práticas para não confundir 
o complemento nominal com o adjunto adnominal 
 

1. Sempre que o antecedente for adjetivo ou advérbio, o termo seguinte será complemento nominal:
 Obediente às leis. 
 Relativamente a outros.

2. Geralmente, quando o antecedente é substantivo abstrato cognato de verbo ou de adjetivo usados transitivamente, o termo seguinte será complemento nominal:
 Subversão da ordem. (Cf. Subverter a ordem.) 
 Fidelidade às leis.  (Fiel às leis.)

3. Geralmente, quando  o antecedente é substantivo concreto, o termo seguinte será adjunto adnominal:
 Livro de Pedro.
4. Alguns substantivos aparecem ora como abstratos, ora como concretos:
 A redação de definições é difícil. (redação = abstrato; termo seguinte = compl. nom.) 
 A redação do aluno está excelente. (redação = concreto; termo seguinte = adj. adn.)

5. Representando o agente, a expressão preposicionada será adjunto adnominal:
 A solicitação do aluno. (aluno = agente = autor da solicitação = adj. adn.)
6. Representando o paciente, será complemento nominal:
 A solicitação de revisão. (revisão = paciente = ela sofre a ação de ser solicitada = compl. nom.) 
  
  

quinta-feira

Regência Verbal e Nominal


A sintaxe de regência cuida especialmente das relações de dependência em que se encontram os termos na oração ou as orações entre si no período composto. Os termos, quando exigem a presença de outro, chamam-se regentes ou subordinantes; os que completam a significação dos anteriores chamam–se regidos ou subordinados. Quando o termo regente é um nome (substantivo, adjetivo ou advérbio), ocorre a regência nominal.

Veja:


Agora note:




Quando um termo REGENTE é um VERBO, ocorre a REGÊNCIA VERBAL.Voltemos:Agora veja:Como você deve ter notado, quando o termo REGENTE é um nome (substantivoadjetivo ouadvérbio), ocorre a REGÊNCIA NOMINALtanto no período simples quanto no composto por subordinação.Nota: Na regência verbal, o termo regido pode ser ou não preposicionado: na regência nominal, ele é obrigatoriamente preposicionado.A palavra REGÊNCIA vem do verbo reger (reger = -ência), e este do latim Regere = dirigir, guiar, conduzir, governar.Dessa forma, regente é aquele que DIRIGE, CONDUZ, GOVERNA, e regido é aquele que é DIRIGIDO, CONDUZIDO, GOVERNADO.Fique atento a isto:O termo que completa o sentido de um verbo é chamado OBJETO. O objeto (termo regido) pode estar ligado (ao termo regente) por meio da preposição ou não. Se completar o verbosem preposição obrigatória, recebe o nome de objeto direto, e pode ocorrer em período simples ou composto por subordinação.Veja o exemplo: Notou no exemplo que este verbo CHAMAR não pede a preposição para ter significação no seu complemento? Temos aqui um período simples, (oração que apresenta apenas um verbo ou locução verbal).No caso de dúvida(s) se o “a” é preposição ou artigo, tente substituí-lo pela preposição para. Se não der é porque não é preposição. Caso permaneça em dúvida consulte em nosso site a aula sobre Crase.Outra dica para saber também se o complemento verbal é objeto direto ou indireto é só você fazer a pergunta depois do verbo, por exemplo, chama quem? Resposta: A atenção.Troque o complemento “a resposta” pelo pronome isto, assim: chama quem? Resposta: isto. O pronome "isto" pediu preposição? Não, então o complemento do verbo é objeto direto.Se o termo completar o sentido do verbo por meio da preposição obrigatória, então, o complemento verbal é objeto indireto. Veja o exemplo: Notou que o verbo pede a preposição para que o complemento verbal tenha sentido?Agora troque o complemento verbal pelo pronome NISTO. Acredita em quê? Resposta: Nisto(contração da preposição "em" + o pronome "isto" = nisto). Fácil, não é?No período composto por subordinação o processo é o mesmo.Veja o exemplo: Que é que o público exigia? Resposta: que os ingressos fossem devolvidos.Trocando a oração subordinada pelo pronome ISTO, temos como resposta: O público exigiaisto.Notou que o verbo EXIGIR não pediu a preposição? É por isto que a oração exemplificada é classificada como oração subordinada substantiva objetiva direta.Note agora: Substituindo a oração subordinada pelo pronome NISTO, temos: Meus pais insistiam nisto.NISTO é a contração da preposição em + o pronome isto.Espero que você tenha entendido e gostado da explicação!Para lembrar, veja o quadro abaixo:
TERMOS INTEGRANTES DA ORAÇÃO
VTDverbo transitivo direto (não exige preposição)
ODobjeto direto (completa o sentido de um verbo transitivo direto)
VTIverbo transitivo indireto (exige a preposição)
OIobjeto indireto (completa o sentido de um verbo transitivo indireto)
VTDIverbo transitivo direto e indireto
CNcomplemento nominal (completa o sentido de um substantivo, adjetivo ou advérbio)
VVvozes verbais
VAvoz ativa: sujeito agente
VPAvoz passiva analítica (verbo ser + particípio)
VPSvoz passiva sintética (com o pronome “se”)
VPRvoz passiva reflexiva (sujeito agente e paciente)


REGÊNCIA DE ALGUNS VERBOS
ASPIRAR

• No sentido de 'almejar', 'pretender', pede complemento com a preposição 'a' (objeto indireto):    • No sentido de 'cheirar', 'sorver', 'inalar', pede complemento sem preposição (objeto direto):    
ASSISTIR

• No sentido de 'prestar assistência', 'dar ajuda', é normalmente empregado com complemento sem preposição (objeto direto):    • No sentido de 'ver', 'presenciar como espectador', pede complemento com a preposição 'a'(objeto indireto):    • No sentido de ‘caber’, ‘pertencer’ pede complemento com a preposição 'a' (objeto indireto):    
CHAMAR
• No sentido de ‘convocar’, ‘mandar vir’, exige complemento sem preposição (objeto direto):• No sentido de 'cognominar', 'dar nome', pode ser tanto transitivo direto como indireto (com o objeto indireto regido pela preposição 'a' seguido de predicativo do objeto introduzido ou não pela preposição 'de'. Há, portanto, quatro construções possíveis:Caso o complemento (objeto direto ou indireto) esteja representado por um pronome oblíquo átono, teremos as seguintes construções:Chamei-o de covarde.                            Chamei-lhe de covarde.Chamei-o covarde.                                 Chamei-lhe covarde.
ESQUECER, LEMBRAR
• Quando não forem acompanhados de pronome oblíquo átono, pedem complemento sem preposição (objeto direto).• Quando forem acompanhados de pronome oblíquo átono, pedem complemento com preposição 'de' (objeto indireto):
CUSTAR
Empregado no sentido de 'ser custoso', 'ser difícil', pede complemento introduzido pela preposição 'a' (objeto indireto) e tem seu sujeito representado por uma oração com verbo no infinitivo:
IMPLICAR
• No sentido de 'trazer como conseqüência', 'acarretar', exige complemento sem preposição(objeto direto):• No sentido de 'mostrar-se impaciente', 'demonstrar antipatia', exige complemento com a preposição 'com' (objeto indireto):
INFORMAR
Normalmente é usado com dois complementos: um sem preposição (objeto direto) e outro com preposição (objeto indireto). Admite duas construções: informar alguma coisa a alguém ou informar alguém de (ou sobre) alguma coisa.Esta regra a respeito do verbo INFORMAR aplicar-se também aos verbos AVISAR,CERTIFICARCIENTIFICAR, NOTIFICAR e PREVENIR.
OBEDECER
Na linguagem culta deve ser empregado como transitivo indireto, com o complemento introduzido pela preposição 'a':
NAMORAR
Quando usado com complemento, é transitivo direto; portanto o complemento não deve vir introduzido por preposição:
PAGAR / PERDOAR
Se o complemento denota coisa, deve ir sem preposição (objeto direto); mas se o complemento denota pessoa, deve vir regido pela preposição 'a' (objeto indireto).
PREFERIR
Na linguagem culta, o verbo preferir deve ser empregado com dois complementos: um sempreposição (objeto direto) e outro com a preposição 'a' (objeto indireto)
PROCEDER
• No sentido de 'ter fundamento', 'mostrar-se verdadeiro', é empregado sem complemento (verbo intransitivo):• No sentido de 'originar-se', 'provir', é transitivo indireto com complemento regido pela preposição 'de':• No sentido de 'levar a efeito', 'executar', 'realizar', é transitivo indireto com complementoregido pela preposição 'a':
QUERER
• No sentido de 'desejar', 'ter vontade de', pede complemento sem preposição (objeto direto):• No sentido de 'estimar', 'ter afeto', é transitivo indireto com complemento regido pela preposição 'a':
SIMPATIZAR
Pede complemento com a preposição 'com' (objeto indireto).
VISAR

• No sentido de 'mirar' e de 'dar visto', pede complemento sem preposição (objeto direto):• No sentido de 'ter vista', 'objetivar', é transitivo indireto com complemento regido pela preposição 'a':
PARA NÃO ESQUECER

Os pronomes o, a, os, as deve ser empregados como complemento de verbos transitivos diretos e os pronomes lhelhes como complementos de verbos transitivos indiretos:

Quer uma mesa nova.
—> Quero-a.
Quero a meus pais.
—> Quero-lhes.

Paguei o empréstimo.
—> Paguei-o.
Paguei ao gerente.
—> Paguei-lhe.

Convidei meus pais.
—> Convidei-os.
Obedeço a meu pai.
—> Obedeço-lhe.


Fonte: Passeiweb